As festas de fim de ano não precisam ser uma guerra entre você e a comida.

Fim de ano costuma vir com dois extremos:

De um lado, o “já que é Natal, vou comer tudo mesmo”. Do outro, o “não posso comer nada, senão estrago tudo”. Nos dois casos, a relação com a comida fica pesada.

Quando a gente fala em obesidade, não é só sobre o que está no prato. É também sobre o que está na cabeça e no coração de quem come.

Culpa, vergonha, comparação, comentários da família, piadas sobre peso… Tudo isso pesa muito mais do que qualquer pedaço de sobremesa.

Talvez, neste ano, a reflexão não precise ser: “como eu vou sobreviver à ceia sem engordar?”

E sim: “como eu posso me tratar com mais respeito nesse momento?”

Algumas perguntas que podem ajudar:
* Eu estou comendo porque tenho fome ou porque estou ansioso(a)?
* Eu estou me proibindo de tudo por medo ou por cuidado?
* Eu estou me ouvindo ou só reagindo à pressão dos outros?

Na RR Médicos, a gente acredita que cuidar da obesidade também passa por reconstruir a relação com a comida e com o próprio corpo.

As festas vão passar. O que fica é a forma como você se trata.

Se puder escolher um compromisso para levar para o próximo ano, que seja esse: menos guerra, mais cuidado consigo mesmo(a).

Se essa mensagem falou com você e você sente que precisa de ajuda para cuidar da obesidade de forma séria e acolhedora, clique no link da bio e fale com a equipe da RR Médicos para entender quais caminhos de tratamento fazem sentido para a sua realidade.